“Mar Português6”, de Fernando Pessoa, e veja como o poeta util...
“Mar Português6”, de Fernando Pessoa, e veja como o poeta utiliza a metonímia para compor o poema: MAR PORTUGUÊS Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por
te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas
ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma
não é pequena. Quem quere passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao
mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu. Agora, explique a metonímia
empregada pelo poeta no trecho em que toma o sal como parte comum entre o mar e a lágrima.
te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas
ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma
não é pequena. Quem quere passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao
mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu. Agora, explique a metonímia
empregada pelo poeta no trecho em que toma o sal como parte comum entre o mar e a lágrima.
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